Primaz Alexandre Kaoru Murata
A Grande Cerimônia de hoje foi executada recebendo a razão da Grande Cerimônia da primavera realizada em Jiba. Ainda, no dia 26 deste mês será celebrada a cerimônia de 140 anos do ocultamento físico de Oyassama. Assim como a grande cerimônia da primavera, o decenário de Oyassama, se levarmos em conta o dia original, a razão é a mesma. A origem está no fato de a Oyassama, por apressar a evolução espiritual dos queridos filhos, ter encurtado 25 anos da sua vida natural determinada, abrindo o portal e saindo para nivelar o mundo; isso por conta do amor parental de querer unicamente salvar todas as pessoas do mundo, assim como de plena afeição para com seus queridos filhos, que todos nós somos.
Sobre as circunstâncias que antecederam o ocultamento físico de Oyassama, em uma certa ocasião, o primaz mundial, Shimbashira, explicou:
“Primeiramente, o que Oyassama quis instruir, mesmo mostrando através da enfermidade em seu próprio corpo, era sobre a importância de executar o Serviço Sagrado. Se não executar o Serviço Sagrado, que é a essência do caminho da dedicação sincera à salvação, não há como desejar a reforma do mundo para o de vida plena de alegria e felicidade. Por isso, apressou rigorosamente a execução do Serviço o quanto antes.
Ainda, instruiu para estar em total conformidade com a intenção do Parens, isto é, estabelecer plenamente o espírito de devoção única a Deus. Diante das pessoas que hesitavam a execução do Serviço por medo da fiscalização policial, ensinou, atenciosamente, sobre a ordem da origem das coisas, indicou em que basear-se no momento da reflexão e, finalmente, dizendo: ‘temem a lei ou temem a Deus?’, estimulou a decisão para executar o Serviço Sagrado.”
Esta foi a explanação do primaz mundial. Portanto, a última instrução que os homens receberam da Oyassama viva fisicamente foi sobre a importância de executar o Serviço Sagrado e de estabelecer plenamente o espírito de devoção única a Deus.
Pouco antes do ocultamento físico de Oyassama, Shinnosuke, que posteriormente tornou-se no primeiro Shimbashira (primaz mundial), teve um diálogo com a Oyassama, conhecido como o diálogo entre Deus e os homens. Oyassama apressava a execução do Serviço Sagrado da salvação do mundo, mas o primeiro Shimbashira, hesitante, dizia: “É difícil realizar o Serviço porque existem as leis.” ou, “Peço-vos uma indicação no sentido de que sustentem ambos os caminhos, tanto o ordenado por Deus-Parens como o das leis do país.”
O primeiro Shimbashira estava perfeitamente ciente da importância do Serviço Sagrado, assim como o fato de a Oyassama estar apressando rigorosamente a sua execução. Mesmo assim, não foi possível decidir, de imediato, pela execução do Serviço. Por quê?
O primeiro Shimbashira manifestou-se dizendo: “hoje, estamos preocupados com a saúde de Oyassama. Quando estivermos diante de uma emergência, Deus garantirá a graça, segundo nosso espírito?” A partir destas palavras, podemos imaginar que era grande a preocupação com relação à Oyassama, pois já estava com a avançada idade de 90 anos e com a saúde debilitada, sendo inconcebível correr qualquer risco que poderia resultar na sua detenção pela polícia. Ainda, ao recordar dos inúmeros sacrifícios que a Oyassama teve que passar até o ano anterior, o seu receio se tornava cada vez maior.
Na preleção do Besseki, temos: “… à proporção que ela divulgava este ensinamento e fazia salvações, sofreu ciúmes, invejas e injúrias e, até alcançar a idade de 89 anos, foi 17 ou 18 vezes presa nas delegacias ou no presídio.”
Aproveitando esta ocasião, gostaria de recordar brevemente as circunstâncias dos sacrifícios, tendo como base o livro “Vida de Oyassama - Minuta”, principalmente o capítulo 9, entitulado “Os Sacrifícios”, o qual corresponde justamente aos 5 anos entre 1882 a 1886, período em que as intervenções e opressões das autoridades mais se intensificaram.
Mas antes disso, gostaria de apresentar um trecho da explicação sobre o termo “sacrifício” de autoria do rev. Yoshinaru Ueda, que foi um dos responsáveis pela compilação do livro “Vida de Oyassama”.
“Sobre a expressão ‘sacrifício’, desde a época em que estava sendo compilado o livro ‘Doutrina’, já estava decidido que este termo seria utilizado apenas nos casos em que a Oyassama se apresentasse nos presídios e delegacias de polícia. Obviamente, para a Oyassama, isso nunca foi sacrifício, nem nada. Nós, seres humanos, é que consideramos como tal e recordamos dizendo: quanto sacrifício ela teve que passar! É nesse sentido que falamos em sacrifício”. Esta foi a explicação dada sobre o termo “sacrifício”.
Na realidade, bem antes desse período, já em 1874, a caminhada de sacrifícios que estavam por vir já tinha sido prevista. Temos o seguinte no capítulo 6 da “Vida de Oyassama”:
Oyassama profetizou os sacrifícios que chegaram a se repetir por 18 vezes sobre si nos 12 anos seguintes, dizendo que finalmente abriria uma ampla estrada voltada ao mundo a partir dos altos montes. Disse ainda que as intervenções das autoridades e os comparecimentos dela à delegacia de polícia nada mais eram do que a intenção de Deus-Parens a incentivá-la na missão de salvar as pessoas dos altos montes.
Aliás, “altos montes” é um termo atribuído para indicar as autoridades que detinham o poder daquela época. E, em dezembro desse ano, Oyassama foi até o Templo Ensho, também conhecido como Palacete Yamamura, para ser interrogada pelo encarregado de assuntos de templos e santuários. Foi depois disso que a seção supervisora religiosa de Nara afirmou: “Não existe Deus chamado Tenri-Ô”; e a fé foi proibida.
No dia 24 de setembro do ano seguinte, em 1875, Oyassama foi intimada para se apresentar na sede do governo da província de Nara e, partindo animadamente, sem a mínima hesitação, passou pelo seu primeiro sacrifício em Nara. Infelizmente, durante a sua detenção, a sua última filha Kokan, veio a retornar. Ainda, 6 anos depois, em 1881, quando Oyassama tinha 84 anos de idade, houve o retornamento do filho primogênito Shuji em abril. Logo em seguida, em junho, vários policiais vieram à Residência, invadiram o quarto de Oyassama e questionaram-na sobre vários assuntos. E, em outubro, Oyassama e demais pessoas foram detidas na subdelegacia de Tambaiti, sob a acusação de reunir muitas pessoas e de desencaminhá-las.
No ano seguinte, em fevereiro, Oyassama, que tinha chegado aos 85 anos de idade, foi intimada a se apresentar na delegacia de Nara e acabou sendo multada. Em outubro, foi novamente intimada pela delegacia de Nara, mas chegando na delegacia, recebeu ordem de detenção e acabou tendo que passar por um sacrifício de 12 dias no Presídio de Nara. No mês seguinte, em novembro, a esposa do filho Shuji, Matsue, também acabou retornando.
No ano seguinte, em agosto de 1883, os moradores da vila suplicaram para que fosse feita uma oração para chover. A muito custo, foi executado o Serviço pela Chuva, mas as pessoas que participaram do Serviço foram detidas pelo motivo de terem prejudicado a utilização geral das águas, recebendo multas. A Oyassama, que não tinha participado do Serviço, foi intimada a se apresentar de noite e também foi multada. Posteriormente, em outubro, ainda teve que passar por um outro sacrifício, ao ser intimada para um interrogatório.
Em 1884, aos 87 anos de idade, Oyassama teve que passar pelas rigorosas intervenções policiais por várias vezes. Em março, passou por um sacrifício de 12 dias no Presídio de Nara e, na sequência, durante os 3 meses de abril a junho, sem nenhum motivo específico, ficou presa durante 3 dias na delegacia, na véspera e no dia subsequente ao dia 26 do calendário lunar, por conta desse dia ser o dia do Serviço Sagrado, sendo libertada logo em seguida, sem nenhuma averiguação. Ainda, em agosto, passou por mais um sacrifício de 12 dias em uma cela do Presídio de Nara, em uma época de extremo calor.
Desde 1882, durante 3 anos, Oyassama passou por vários sacrifícios nas delegacias e presídios, mas sempre ia alegre e animada e, toda vez que saía do presídio, aumentava o número de pessoas que iam recepcioná-la e o número de fiéis crescia cada vez mais, conforme as suas palavras: “do nó saem brotos”.
Ainda, em fevereiro de 1886, Oyassama aos 89 anos de idade, em meio a um frio que foi o mais rigoroso dos últimos 30 anos, ficou presa durante 12 dias na subdelegacia de Itinomoto, juntamente com o primeiro Shimbashira e demais pessoas. Este foi o seu último sacrifício.
No livro “Vida de Oyassama”, temos que a Oyassama explanava da seguinte forma:
“Quem vem impedir-me e quem aparece neste lugar, são todos conduzidos por Deus-Parens.”
Sobre os sacrifícios de Oyassama:
“É Deus-Parens quem me conduz.”
Das fiscalizações e interferências das autoridades:
“Quem vem neste lugar impedir-me, vem cavar o tesouro enterrado.”
E a respeito da ocorrência de detenções e prisões:
“Do nó saem brotos.”
Assim, passou os dias animando e encorajando as pessoas que estavam preocupadas e atemorizadas com as incessantes intervenções.
Agora, falando um pouco sobre Shinnosuke, que posteriormente se tornou no primeiro Shimbashira.
Ele passou a morar na Residência desde 1880, quando tinha 15 anos de idade; no ano seguinte, em 1881, foi registrado como filho adotivo dos Nakayama e em setembro de 1882, aos 17 anos, herdou a chefia da casa. Durante aproximadamente 3 anos a partir do ano de 1882, parece que apenas cochilava durante a noite, reclinado em uma cadeira longa, sem trocar as vestes, pois seja de dia, seja de noite, os policiais vinham investigar e tinha que guiá-los para todos os cantos da casa. No período mais rigoroso das investigações e intervenções das autoridades, era um jovem de apenas 17 a 19 anos, mas como era o único homem morando na Residência, além de ser o chefe da família, tinha que atender os policiais. Nas anotações de Shinnosuke estava escrito: “apesar de colocar uma placa proibindo visitantes, os devotos vinham visitar-nos e havia quem quebrasse a placa. Não houve um dia sem termos visita de devotos e nem um dia sem termos visita da polícia”. Através destas palavras, podemos notar que as interferências se tornavam cada vez mais rigorosas e, ao mesmo tempo, o número de fiéis também foi aumentando mais e mais.
Por outro lado, Oyassama, que já estava com a idade bem avançada, acabava tendo que passar pelos sacrifícios, pois ainda não havia uma permissão oficial como igreja; portanto, foi um período em que a vontade das pessoas para tomar as providências necessárias junto às autoridades foi se intensificando; inclusive, já havia vários movimentos nesse sentido.
Desta forma, por ter se mudado para a Residência numa época em que as opressões eram excessivamente severas, sem falar que presenciou de perto os repetidos sacrifícios de Oyassama, inclusive na posição de responsabilidade que tinha como chefe da família, não é de se estranhar o forte desejo do primeiro Shimbashira de não querer que a Oyassama passasse por qualquer sacrifício, pois em 1887 já tinha alcançado os 90 anos de idade. Em razão disso, podemos até compreender a sua relutância em executar o Serviço Sagrado, mesmo com a Oyassama apressando insistentemente. Ainda, não há como mensurar o peso da responsabilidade que estava carregando em si para tomar uma decisão tão crucial, tendo apenas 22 anos de idade.
Nos dias atuais, não temos mais nenhuma limitação nem restrição com relação à fé, assim como com relação ao Serviço Sagrado, que podemos executar sem nos preocuparmos com as intervenções das autoridades. No entanto, o diálogo realizado entre Oyassama e o primeiro Shimbashira, com certeza tem algum sentido mesmo agora, pois faz parte da vida-modelo deixada pela Oyassama e penso ser importante o esforço em refletir como interpretar esse diálogo.
Por exemplo, em um certo momento, Oyassama diz: “O fato a que respondem, as circunstâncias do fato a que respondem. Desde há 49 anos, tem havido a reflexão que se diz sinceridade, tem havido o fato que se diz verdade. Entendem ou não entendem a situação?”
Consultando a interpretação da indicação divina, que consta no capítulo 10 do livro “Vida de Oyassama”, temos o seguinte: “o que devem estabelecer antes de tudo não é o problema relacionado às leis, mas o espírito de alegria, que é muito mais importante. Se todos avançarem com espírito alegre e animado, um caminho se abrirá naturalmente.”
Penso que é necessário interpretar considerando as circunstâncias atuais de cada igreja. Dependendo da igreja, as circunstâncias são diferentes uma da outra, mas acredito que o importante é refletir, diversas vezes, onde se encontra a sinceridade e, desta forma, dedicar- se de verdade para poder executar o Serviço Sagrado que contente à Oyassama.
Se estiver faltando servidores, dedicar-se de verdade para que o número de servidores fique completo. Se o número de servidores for suficiente, mas se não estiverem bem treinados, dedicar-se de verdade no treino da dança das mãos e dos instrumentos musicais. Ainda, se estas forem as circunstâncias em que se encontra a igreja, não deixar do jeito que está, isto é, não ficar acomodado com a situação, nem desanimar ou desistir de fazer algo; portanto, esforçar-se para dar o primeiro passo com a convicção de que o caminho irá se abrir naturalmente se o fizer com o espírito alegre, tendo prazer e na expectativa de como será no futuro.
Por outro lado, se o número de servidores que vão dançar, tocar instrumentos e cantar estiver completo, o próximo passo importante seria executar o Serviço Sagrado harmonizando a dança com os instrumentos. E, obviamente, a disposição espiritual também fica sendo um ponto de grande relevância. Sobre este particular, certa vez, o Shimbashira orientou dizendo: “Comparando com antigamente, nós que vivemos na atualidade, temos muito que refletir. O Serviço Sagrado e o dom da Concessão, Sazuke, foram ensinados para reconstruir o mundo para o de vida plena de alegria e felicidade. Penso que é necessário ter, no coração de quem irá executar, o espírito de divulgação e salvação.” Ou seja, temos que executar o Serviço Sagrado mensal com o espírito determinado a realizar a divulgação e com o espírito voltado a solicitar a salvação das pessoas, e manter isso firme no nosso coração.
Ainda, gostaria de falar sobre mais um ponto.
Dentro do diálogo entre Deus e os homens em questão, temos: “Se houver sinceridade, haverá a verdade. Não sabem o que significa a verdade. A verdade autêntica é o fogo, a água e o ar”. Na sequência, ainda temos: “É para comprar a verdade, é para comprar a verdade com o seu valor.”
Nesta região onde se encontra a sede missionária, durante o inverno, que é seco, falta água. Ultimamente, sinto que esse problema está se agravando. Parece que um dos principais motivos é o fenômeno do aquecimento global da Terra, mas nestas palavras divinas, creio que está sendo orientado como podemos pacificar o espírito diante dos problemas que surgem no mundo.
Ou seja, os trabalhos do fogo, da água e do vento neste mundo são as providências mais fundamentais de Deus-Parens e está sendo orientado que se houver o espírito de sinceridade, será possível receber as providências de verdade de Deus-Parens. Ainda, está sendo esclarecido que precisamos comprar as providências de verdade pagando o seu devido valor. Se falta água, significa que não estamos recebendo de forma suficiente uma das providências fundamentais; portanto, creio que é necessário voltar à origem, ao ponto fundamental. Isto é, temos que modificar a nossa mentalidade, a nossa percepção com relação à água. No geral, a percepção que temos é que é óbvio ter água. Mas, daqui para frente, quando usarmos a água, temos que tomar mais cuidado para não desperdiçar. Isto é, pagar o valor devido, que é “economizar água” e tentar comprar a verdade, que é a “solução da falta de água”. Em outras palavras, se quisermos receber a dádiva da água, temos que pagar o preço, isto é, saber que é necessário não desperdiçar. Na realidade, não é só com relação à água, mas o importante é pensar da mesma forma com relação ao fogo, à água e ao vento.
Aliás, no local onde lavamos as mãos em frente ao chuveiro tem um pôster azul incentivando a economia de água. Esse pôster foi elaborado durante o curso estudantil há alguns anos, mas isso não significa que só os estudantes precisam tomar cuidado. Qualquer um precisa se conscientizar disso dentro do dia a dia. Fazendo os cálculos com base nas informações desse pôster, na hora de tomar banho, se fecharmos a torneira durante os 5 minutos em que estamos lavando o corpo, estaremos economizando 45L de água. Durante o curso estudantil deste ano, no Dendotyo havia aproximadamente 350 pessoas no total. Portanto se todos cumprissem essa meta, em um dia 15.750 litros de água seriam economizados, portanto 15 toneladas de água. Em 6 dias, seria uma economia de 95 toneladas de água. Se uma pessoa apenas se esforçar, isso não faria muita diferença, mas se todas as pessoas, em união espiritual, se esforçarem e tomarem esse cuidado, seria uma economia de água bem significativa. E, esse tipo de esforço terá mais sentido e será mais necessário se pensarmos no crescente problema do aquecimento global. Pensar desta forma é o que tem a ver com a “reflexão que se diz sinceridade”.
Penso que Deus-Parens esteja esperando o nosso esforço com relação a esse trabalho de verdade, isto é, com relação às providências fundamentais de Deus-Parens: o fogo, a água e o vento. Assim como nos é ensinado na expressão “um grão multiplicado em milhões”, quando todas as pessoas do mundo se conscientizarem da mesma forma, acredito que a questão do aquecimento global também poderá ver uma solução.
Bem, como foi anunciado na dedicatória, um grande número de pessoas irá regressar a Jiba para reverenciar os 140 anos do ocultamento físico de Oyassama. Porém, não somente neste mês, mas muita gente irá regressar em outros meses. Inclusive, já temos muitos pretendentes para abril e julho. Em abril, teremos a festa natalícia de Oyassama e a assembleia geral da Associação Feminina. A partir do dia 27 de abril, terá início a classe português do curso de habilitação para mestre do Caminho. Em julho, vai haver o regresso das crianças a Jiba, o corpo de hinokishin internacional da Associação dos Moços, além do seminário de oyassato e, no dia 27 do mês anterior, terá início a classe português do curso de habilitação para mestre do caminho. Em outubro, teremos a grande cerimônia de outono, assim como a assembleia geral da Associação dos Moços e, uma semana depois, a convenção do Departamento das Moças. A partir do dia 27 de outubro, terá início o curso de habilitação para condutores de igreja, classe português, e um mês antes, portanto a partir do dia 27 de setembro, está sendo preparado o curso de habilitação para mestre do Caminho, com tradução simultânea.
Para as pessoas que ainda não têm certeza se irão regressar ou não neste ano, gostaria que se esforçassem no sentido de conseguir regressar. E, se forem regressar, aproveitar e participar das atividades que serão realizadas no decorrer do ano: assembleia da Associação Feminina; regresso das crianças a Jiba, corpo de hinokishin internacional; assembleia da Associação dos Moços, convenção das moças, etc. Ainda, se forem regressar, gostaria que se esforçassem em convidar outras pessoas. Para as pessoas que não conhecem os ensinamentos da Tenrikyo, levar até Jiba para reverenciar o Kanrodai e a Oyassama. Só por esse fato, Deus-Parens e Oyassama irão ficar muito contentes. Nesse caso, é possível solicitar a visita com explicação do recintos de reverência, assim como o curso básico da Tenrikyo. Inclusive, no dia 27 deste mês, na parte da tarde, já está agendado o curso básico em português.
Para finalizar, ao levar pessoas para frequentar o Besseki, gostaria que deixassem transmitido, previamente, um pouco que seja sobre os ensinamentos: explicar sobre Deus-Parens e Oyassama e treinar junto o movimento das mãos do Serviço diário. O ideal seria participar, pelo menos, do curso de doutrina de 5 dias, pois assim, o conteúdo da preleção do Besseki será bem melhor assimilado. Muito obrigado pela atenção.